sinapse



desde então a palavra
percorre minha medula
e se ramifica em versos
e signos


revelo meus impulsos
e caligrafias distantes
atravessam meus abismos


[um poema me arrepia]



21 comentários:

Paulo Henrique Motta disse...

e este me causou frisson...

claire disse...

apaga e volta a acender. a palavra.

bjs!

menta disse...

dendritos guiam estrofes.

J.F. de Souza disse...

sensibilidade à flor

Maria Muadiê disse...

Um poema me arrepia...
gostei daqui e da sua visita ,
até
Martha

Henrique disse...

Que maravilha! Piano! eu não sabia, mas desconfiava de algum conhecimento musical. Eu sou aspirante a pianista. Qualquer dia me mostre alguma coisa! beijos

Henrique disse...

adoro seus escritos! São verdadeiros

Elcio disse...

Deliciosos como gotas de chocolate...rss
Voltarei mais vezes.

É isso aí.
Bjs

Ignore o blog q o google mostra, o q vale é esse:

http://www.instantes.blogger.com.br/

Moacy Cirne disse...

As caligrafias distantes (e, ao mesmo tempo, próximas) que atravessam seus abismos e seus poemas arrepiam nossos corações e nossas mentes. Beijos.

Rodrigo M. Freire disse...

gostaria muito de ver-te, um dia, mesquinha.

Lídia Chaves disse...

Essas palavras que habitam sua medula e circulam no seu sangue são daquele poema que você engoliu lá atrás?
=)

Henrique disse...

que legal, seus comentários pare um forum de discussão! Beijos, me ensina piano!!! Me ensina piano!

me add?: henri_sa@hotmail.com

Fabio Rocha disse...

Os poemas como este realmente nos formam e conectam e arrepiam!

Beijos

Paulo Henrique Motta disse...

Amendoim é naturalmente isento de colesterou, mas acho que este não sou eu. rs

Jo Bittencourt disse...

Muitos abismos a palavra atraVERSA, pulsa gerando contatos. Tange girando os sentidos.

Pavitra, beijocas!

fred disse...

Ótima sinapse, Pavitra.
Beijos

Carito disse...

Por quem as sinapses dobram: poesia!

Aroeira disse...

adoro esta sua brevidade intensa!

Igor Machado disse...

o então me instiga

vou fazer mais tempo para escrever mais. Teus versos são combustível e dão ânimo!

beijos, pav!

líria porto disse...

um poema leva-nos à lembrança de outros... este teu me remete a algo:

na ponta da língua
líria porto

saí do armário
admito
amo a palavra
e com ela mantenho
relações íntimas

*
besossssssssss

Georgio Rios disse...

A pena nas mãos, o papel e fez-se o poema...

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