assalto



sempre que um poema
me assalta
temo


por aquelas palavras
que não entregarei




30 comentários:

omnia in uno disse...

palavra afiançada
sob o fio rápido
da navalha

fred disse...

As palavras que negas
clamam por poemas
Entregue-me-as

J.F. de Souza disse...

Latrocínio

Eu poderia morrer
nas mãos
de um poema que me toma
de assalto?

Sergio disse...

Teus poemas são muito phoda Pavitra.

Então deu tudo certo?

Eu não disse que ia valer à pena?

Agora tem o Cedar Walton "Easter Rebelion Vol.1", e depois tem o Chet Baker "The Art Of The Ballad" e depois tem o...

Beijos!

Moacy Cirne disse...

Palavras
Palavras
Palavras
e um poema
para mudar a vida
ou para assaltar
os nossos
sentimentos.
Beijos.

Cara pintada?
Legal!!!
Balaio?
Particição modesta,
restrita ao IACS...

Carito disse...

assim como fiz pa(ra)dmaya ouso agora pa(ra)vitra:


sempre que um poema me toma

fico sem ar:

salto!

Felicidade clandestina disse...

Que lindo! Gostei muito do seu espaço ... com certeza voltarei aqui mais vezes ^^

Cosmunicando disse...

estou de mãos ao alto =)

ALEXANDRE MARINO disse...

Pavitra, obrigado pela visita e comentário ao Poesia Nômade. Gostei de seus poemas. Linquei você na minha lista.

Leandro Jardim disse...

muito bom, compreendo bem! :)

Círculo Literário disse...

Parabéns pelos versos!!!
Seu blog é de uma qualidade ímpar!!!
Apreciamos!!!

claire disse...

adorei! tb tenho essa sensação com palavras que ficam guardadas e acabam perdidas.

adorei tb o seu último comentário no meu blog. fez muito sentido pra mim.

um beijo

Múcio L Góes disse...

recomendo mão reagir em caso de.

poema de forte calibre, moça.

\o

Múcio L Góes disse...

*nao.

Georgio Rios disse...

Mais um blog que vale a pena entrar olhar e deixar um punhado de palavras de agradecimento.Belos poemas...

Sem forma
nem nexo o verso
dança e passeia.

Henrique disse...

vc é ótima, sou teu fã, mas elegio em comentário é chato demais

beijos

Luiz Coelho disse...

Pavitra,

tá liberada a empolgação, só quem não pode se empolgar sou eu! mó perigo!

Abço,
L.

obs.: palavras no recalque ou como trunfo?

Elaine disse...

que delícia, Parvitra!
adorei seu espaço e sua poética.
vc esteve em meu blog www.jokasta.org deixando comentários lindos. tenho um outro projeto. www.aliasrevista.net
dê uma sacada.
beijos
elaine

Sergio disse...

http://sergiosonico.blogspot.com/2008/11/cedar-walton-eastern-rebellion-vol-1.html

Aroeira disse...

sensa! alilás, isso tem um quê de clarice lispector... quer ver?

Mas já que se há de escrever, que ao menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas.

- Clarice Lispector


vc é ótima.

Paulo Henrique Motta disse...

tomei a liberdade de te adicinar aos meus links.

bjs,

P

Ana Cecília disse...

sempre a urgência do inexprimível em seus versos, Pav.
sempre intensos e belos.
tudo se condensa e tudo transborda.
adorei.

Adair Carvalhais Júnior disse...

Tenho vindo sempre aqui.
Nem sempre comento mas - quase - sempre me espanto com a qualidade do que escreves.

Sergio disse...

Pavitra é minha amiga. Posso me gabar disso. Hei, chileninha, me liga. A ocupada aqui é você e não quero interromper justo o momento em que estás negociando o milhão de dólares, entre escovar os dentes e o café da manhã.

Já baixou o Cedar?

Me diz de novo o presente musical que queres de natal...

Beijos!

homoluddens disse...

também gostei muito!

Fabio Rocha disse...

Nossa, bom demais esse! Achei meu preferido. :)

Sergio disse...

Aí, Pavitra, entrega a domicílio:

"EASTERN REBELLION" 1975 - CEDAR WALTON & GEORGE COLEMAN, SAM JONES

http://www.badongo.com/file/12290515

Depois me diz.

CotidiAmo disse...

Oi Pavitra,
Conheci seu blog através do Cosmunicando da Pad. Gostei muito do que li aqui. Parabéns.Já vou me inscrever pra acompanhar seu trabalho e te linkar já.
Beijos

Jo Bittencourt disse...

ah, se fosse um fiscal, gramático e coisa e tal eu temeria. Pelas palavras q estraguei, pelas frases q adulterei, pelos textos q amotinei...mas já q é gatuno é de casa! rs


Pavitra, beijoca viu?!

Anônimo disse...

necessario verificar:)

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