apreço



tem sido um esforço caro
libertar a poesia:
da minha própria essência
torno-me cativa





* Publicado no Balaio Porreta 1986 nº 2481

14 comentários:

Moacy Cirne disse...

Um poema ludicamente auto-referencial, que vai além da própria essência poética: gostei bastante, viu?!? Beijos.

Maykson disse...

labirinto cruel e insuperável.

Fabio Rocha disse...

Taí uma prisão libertária!

homoluddens disse...

gostei também!

Cosmunicando disse...

é o preço daquilo que nos é mais caro =)

VANYA disse...

adorei

LAU SIQUEIRA disse...

a poesia é a tua essência...

Igor Machado disse...

Sei bem como é isso. Sinto-me assim desenhando também.

Me impressiona a identificação. Poesia: obra aberta universal!

beijo, pavitra!

Luiz Coelho disse...

Estranho vc falar do Multiply... eu não estou no multiply. Como vc conseguiu me achar lá, se não estou?

mas de qqer maneira obrigado pelos elogios!

claire disse...

vc por acaso estudou na eco?

bjs

claire disse...

pode apagar tb. rs

é que pela foto do blog eu achei que te conhecesse de lá. eu fiz um semestre lá, acabei me estudando na puc.

um beijo

Aroeira disse...

ma ra vi lho so

Sílvia Câmara disse...

É isso o bacana!
A poesia se imiscui na gente.
A pele vira palavra.
Gostei imenso do seu blog.
Parabéns!

Grata pelo pouso no Brisa.

Marcelo Novaes disse...

Oi, Dri,


É caro o esforço, é
querido. É deixar a poesia
se libertar deste casulo de
vidro.


Ela sai por si só. Sua essência é poética. Depois você olha e lapida um pouco.




Beijos,





Marcelo.

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