ardil



à noite
minha boca
sopra louca poesia
em meus dedos


e depois
lambe



14 comentários:

Mariana disse...

tem nem o que dizer...

pav, bom demais da conta!!!

sopra poesia em seus dedos e depois lambe... essa imagem vai ficar pelos séculos dos séculos martelando aqui.

Cosmunicando disse...

vou ficar que nem a Nana... rsrs
a imagem vai grudar e nem lambendo sai mais =)

homoluddens disse...

:)

Carito disse...

hummmmmmmmmmmmmmmmmmm!!! ardilicioso!!!

Fabio Rocha disse...

Saboroso esse. Grande é a noite para quem escreve não?

menta disse...

poesia arde a língua e desliza!

omnia in uno disse...

muito bom!!

Moacy Cirne disse...

Poesia para ser lambida com o olhar: à noite, à tarde, à qualquer hora. Beijos.

Amendoa disse...

regorgitofágica!

Rita disse...

a poesia louca
solta em teus dedos
e que tua boca lambe
vem de tuas noites
onde estrelas perdidas
clarões mais belos
em meio a escuros
de impossíveis
anunciam auroras
em teus sonhos promessas

Aroeira disse...

O POEMA É O
CHICLETE DA ALMA

MASCA-SE POEMA
SÓ PRA SI BOLAS

O GOSTO DO VERSO
NO REVERSO
DA LÍNGUA

E NO FINAL
COSPE FORA

BAR DO BARDO disse...

isso é muito, muito, muito, ah cê sabe, né, dri? a boca, a língua...

adrianna coelho disse...


eu sei, henrique... rsrs
é erótico!

a boca, a língua..

BAR DO BARDO disse...

acho que o dedo no chantilly até que dialoga... dialoga, não, ele e seu ardil se lambem e se chupam até...

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