gitana



meus passos não te serão
leves
nem meus saltos
nem mesmo quando levito,
ou ergo as mãos, danço e canto
sem acompanhamento


pelo ângulo certo, porém,
verás meu coração nos abetos,
os pássaros rasgarem azuis
e amanhecerem os meus beijos
vermelhos



12 comentários:

Moacy Cirne disse...

Puxa, Menina,
mais um belobelo poema.
Continuo em Natal,
acho que ficarei aqui
até o final do mês.

Beijos.
Beijos.

Moacy Cirne disse...

Será que já não li esse poema antes?

Outro beijo.

José Carlos Brandão disse...

Também acho que já li esse poema.
Espero que não seja verdade: essa sensação oferecem os poemas marcantes, tão bons que parece fazerem parte da história - do leitor ou mesmo da literatura.
Em todo caso: lindo.
Beijo.

Mirse Maria disse...

Eu nunca li!

Belíssimo, Adeiana!

Vim aqui, porque seu blog não está atualizando no meu. Vi no Balaio e como me encanto com o sangue gitano, vim conferir e não me arrependo!

Belo demais!

Beijos

Mirse

Úrsula Avner disse...

Belíssimo poema Adriana ! Bj , bj.

betina moraes disse...

querida,

como você escreve bem! que poema mais bonito!

sua alma é repleta de tantas imagens que há repertório para uma vida inteira de versos...

um beijo de fã!

Adair Carvalhais Júnior disse...

grande poema.

Beatriz disse...

adorei, adorei.

bianca disse...

gostei muito. de outras coisas suas que li tambem.

líria porto disse...

vim aqui pra te reler!
besos

J.F. de Souza disse...

A leveza
se esconde em ti

Em mim,
tuas marcas
permanecem

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Dri! Tá lindo, esse! =)

=*

Ianê Mello disse...

Lindo poema, Adriana.

Beijos