para Mariana Botelho
de você
que só lida
com poesia
sempre espero
o inevitável:
que se derramem
suas palavras
e molhem meus olhos
e salguem meus lábios
* Publicado no Balaio Porreta 1986 nº 2459
onde nascem rios, resistem povos
Há 3 dias

6 comentários:
Nana é isso, e nos afoga... e ainda queremos morrer uma e outra vez.
E você é uma lupa: revela o sutil, o detalhe.
Que duas amigas porretas =)
Amo vocês!
lindonas!!!! amo vcs duas tb.
Pav, adorei!!
Não vou dizer que amo as três porque posso ser mal interpretado... mas que estou amando a poesia de vocês, ah, isso é verdade. E que "palavras líquidas"!
as tuas são enchentes,
me encharco e adoro.
Nossa, linda essa... Tenho que passar mais tempo surfando poeticamente, sabe? :)
seu astral é permeado por água e sal... ah, é! vc é do rio...
Postar um comentário